| PAULO
DUARTE - In Memoriam |
Nome
literário de Paulo Alfeu Junqueira Duarte.
Nasceu em São Paulo a 17 de novembro de 1899.
Cronista, memorialista, ensaísta e tradutor.
Diplomou-se em Direito. Foi fundador do Departamento Cultural da cidade de São
Paulo e da Revista Anhembi.
Exerceu função política, foi professor, dirigiu diversos
jornais e revistas, além de Membro da Sociedade Paulista de Escritores.
Usou em seus escritos os seguintes pseudônimos: Alfeu Caniço, Caniço
Filho, Gabica Diniz e Tietê Borba.
Obras:
- Sob as arcadas
(crônicas), 1927.
- Agora nós
(crônicas), 1927.
- Que é
que há? (pequena história de uma grande pirataria), 1931.
- Um conluio moral
(ensaio), 1934.
- Variações
sobre a gastronomia (ensaio), 1944.
- Prisão,
exílio, luta (política), 1946.
- Departamento
de Cultura, vida e morte de Mário de Andrade, 1946.
- Palmares pelo
avesso (crônicas), 1947.
- Versos de Trilussa
(tradução), 1954.
- O espírito
das catedrais (memória), 1958.
- Paul Rivet por
ele mesmo (tradução), 1960.
- O resto não
é silêncio..., 1965.
- O processo dos
rinocerontes, 1969.
- Mário
de Andrade por ele mesmo (cartas, prefácio de Antônio Cândido),
1971.
- Memórias,
1974.
- Raízes
profundas (2ª ed.), memórias, 1975.
- Memórias:
vou-me embora pra Pasárgada, 1979.
- Memórias
n. 9: e vai começar uma era nova (sem data).
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