| EUGÊNIO GOMES - In Memoriam |
Nasceu
em Ipirá, na Bahia, a 15 de novembro de 1897 e faleceu no Rio de Janeiro,
no dia 7 de maio de 1972.
Menino que cresceu no sertão, em 1951, tendo sido diretor do IAPC (Instituto
de Aposentadoria e Pensão dos Comerciários), depois de já
ter exercido o mesmo cargo em Salvador, de 1936 a 1940.
Foi secretário do Ministro da Educação e Saúde,
Clemente Mariani, no período de 1947 a 1950.
Em Nova York, foi redator de Seleções do Reader´s Digest,
no período de 1946 - 1947.
Em Madri, na Espanha, exerceu o cargo de Adido Cultural na Embaixada Brasileira,
tendo viajado pela Europa.
Em 1950, recebeu o prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras,
pelo conjunto de obra.
Foi Diretor da Biblioteca Nacional de 1951 a 1956 e do Centro de Pesquisas e
da própria Casa de Rui Barbosa em 1960.
Jovem, ainda, se revelou com vocação para a Literatura. Em Santo
Amaro da Purificação (no Recôncavo baiano) dedicou-se a
leituras literárias, principalmente na biblioteca do engenho do Barão
de Vila Viçosa.
Com Artur de Sales, tradutor de Shakespeare, além de poeta, aprendeu
a admirar o renomado autor inglês.
Quando se transferiu para Salvador continuou a ser perito - sua profissão
- sem deixar de lado seu interesse pela atividade literária.
Participou do grupo que criou o movimento na Bahia, na década de 1920,
sendo o principal nome o de Carlos Chiacchio.
Fez crítica literária, depois de ter lido, vastamente, as literaturas
francesas, espanhola, italiana, portuguesa, grega e latina, além de se
aprofundar mais na literatura inglesa.
Foi um crítico elogiado por sua capacidade de fazer crítica comparada.
Da literatura brasileira dedicou-se em especial às obras de Castro Alves
e Machado de Assis, além de ser um aficcionado de literatura romântica.
Obras: